
Chegamos em Havana bem cedo e nos hospedamos no Hotel Telégrafo. Ficamos no meio da confusão, no Centro de Havana, próximos ao Capitólio e ao Gran Teatro. Nos dias que passamos ali, fizemos peripécias pela capital cubana, caminhando pela “rambla” (passeio de pedestres) até o Malecón, a mureta que fica na beira-mar da cidade. Paramos em charutarias e outras lojas de produtos locais (como o rum) e conhecemos a parte histórica, Habana Vieja. A Plaza de la Revolución, lugar famoso pelos discursos de Fidel e pela imagem de Che no prédio do Ministério do Interior (foto), também foi um lugar obrigatório, ao lado da Fortaleza de San Carlos de la Cabaña, do outro lado da Baía de La Habana.
O que chama a atenção do visitante é como eles conseguiram restaurar construções coloniais, que não perdem em nada para cidades históricas européias. A enorme quantidade de turistas que andam por ali também é de surpreender, para quem espera encontrar um país relativamente fechado e com poucos turistas, devido tanto ao regime como ao embargo americano. De procedência dos cruzeiros que passam por ali ou mesmo através de vôos diretos da Europa, México e América Central, os turistas são responsáveis pela principal fonte de renda da ilha na atualidade. Havana já conta com uma relativa estrutura de turismo, com bons restaurantes, lojas e lugares para visitar.
Além da cidade velha, as construções do Malécon também passam por um processo de restauração. Fora isso e o bairro mais novo de Vedado, a residência dos moradores situam-se em casarios muito antigos, que parecem estar em um processo avançado de ruína, recordando mais cortiços e favelas do que qualquer outra coisa.
Contudo, isso somado aos carros antigos que transitam por toda Havana e aos cocotaxi, dão um certo estilo retrô e espírito pitoresco à cidade caribenha, tornando-a provavelmente única no mundo e um lugar fascinante para se conhecer.
CONTINUA AMANHÃ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário